May262012

dougmota:

1. Simulação de salvamento na Baía de Guanabara;

2. Escola Naval;

3. Aeroporto Santos Dumont e Centro do Rio ao fundo.

Fotos tiradas durante a visita técnica dos alunos de Comunicação Social da UFRJ à Escola Naval.

May122012

Visita ilustre

O jornalista Arnaldo Bloch (sobrinho-neto do grande Adolpho Bloch), que escreve para o Segundo Caderno d’O Globo, que já trabalhou na Revista Manchete e que é formado pela ECO-UFRJ, visitou minha turma a convite do professor Eduardo Refkalefsky, de Comunicação e Realidade Brasileira.

Não será necessário que eu explicite o que foi discutido, já que ele publicou uma crônica hoje n’O Globo narrando os principais assuntos abordados e estórias contadas:

Uma aula muito louca

Quinta-feira tive um encontro com alunos do primeiro período da Escola de Comunicação da URFJ, a ECO, na Praia Vermelha, onde me formei. Convidado pelo professor Eduardo Refkalefsky, soube que as obras na capela após o incêndio impediam que usássemos o prédio. A “aula”, que seria ao ar livre, em volta do inspirador Laguinho da Eco, aconteceria, assim, no Campinho, lá atrás, delimitado pelas fronteiras com o Rio Sul, o Canecão e a Psiquiatria, com as boas emanações do Pinel.
Achei que a conversa ia ser no campo mesmo, terra batida, buracos e pedras, onde nos anos 1980 rolavam as Chopeladas e no qual o G.R.A.U.R.R (Grêmio Recreativo Anarquista da União dos Reservas Revoltados), formado só por perebas, fizera história. Entre dezenas de partidas em quatro anos, o G.R.A.U.R.R contabilizaria uma única vitória, tendo no gol Fernando Zará (que lia Nietzsche com uma mão e agarrava a bola com a outra) e, na linha, gente que atendia por Urubu, Mosca, Xatto e Zélig, sob o comando de “Traz-o-Short”. Eu era reserva dos reservas revoltados, junto com Edmundo, vulgo Glauber, que entrou aos 45 com o único intuito de derrubar o centroavante do outro time. Glauber tirou uma diagonal em direção ao infeliz sem nem encostar na bola. Quiseram anular o resultado alegando doping (pois, no jogo seguinte, perdemos de 14x0), mas nada se pôde provar: o fornecedor era do outro time.

Nossa equipe tinha esquisitões, feios, caolhos e malucos (ao contrário da Associação Pélvica Tardin, cujo galã era o Bussunda), mas as gostosas torciam pela gente, pois tínhamos uma causa, da qual não me lembro em consequência de danos neurológicos provocados pelos estruturalistas franceses e pelo Umberto Eco, que não estudou na ECO.

Diante da turma do professor Eduardo — que, atônita, ouvia, dias atrás, essa história numa sala provisória onde ficava antigamente a quadra de basquete —, concluí que era bom falar um pouco de jornalismo. Comecei por confessar àqueles jovens ansiosos por um futuro na Comunicação que meu sonho, na verdade, era ser abduzido por alienígenas. Por isso, quando em 1982 cheguei à ECO e vi sujeitos cabeludos tocando violão e flauta para mulheres descalças com vestidos hippies em torno de um enfumaçado laguinho, achei que a abdução se iniciava ali, no que eu tinha toda razão: de certa forma, até hoje estou naquele laguinho tentando entender o que aconteceu. Mas claro que o tempo passou: larguei banda, cortei cabelo, dei uma encaretada e fui para a redação de “Manchete” aos 21anos. Corriam ainda os últimos giros das máquinas de escrever e das laudas de papel. Para “mover bloco” não tinha CTRL-C: precisava de tesoura e faca Olfa (marca de estilete), cola Polar e canetas pilô para as indicações de revisão. O texto era uma coisa importante pra burro, tanto que havia um redator por repórter. As fotos, em formato slide, os famosos “cromos”, eram examinadas em mesas de luz com
conta-fios (lupas poderosas) e depois projetadas em folhas grandes, quando o editor e o designer faziam a lápis o contorno das imagens. Isso tudo precedia a fotocomposição, a arte final e outras etapas antes de ir para a gráfica numa veloz frota de kombis.
Os jornalistas ainda fumavam enquanto escreviam, deixando longas pontas de cinza nas beiradas. Faziam bolinhas de papel quando o texto lhes parecia imprestável e, se bebiam na rua, não os constrangia entrar mamados na redação, tinindo de êxito profissional e, às vezes, infelizmente, a caminho do êxito letal.
Os primeiros computadores que vi em redação, já aqui no GLOBO, eram grandes tubos de imagem com telas pretas, os famosos monitores de fósforo verde, com caracteres à Matrix. Ainda era possível ver os tracinhos que formavam cada letra, e as mensagens eram trocadas apenas entre departamentos. Não havia e-mail, imagens, nem setinhas orientadas para objetos, muito menos mouses: a interface era só de texto mesmo.
Um dia, lá pela metade dos anos 1990, um grupo de jornalistas foi chamado para uma visita à PUC, onde nos apresentariam uma nova tecnologia que estava em caráter experimental. O pessoal de apoio estimava que aquilo era “um troço que ainda seria muito importante”. Num espaço vazio, clicávamos “Getúlio Vargas” e vinham lá umas cinco referências numa lista remota. “O número de referências só tende a aumentar”, disse um técnico.

O número de referências cresceu tanto que hoje tudo é referência. Tudo é subtexto, contexto e hipertexto, sendo que o texto mesmo vem sendo abduzido por prefixos e sufixos e virou pretexto para exterminar estetas.
Disse então aos alunos que o caminho para o nosso meio (!) era o tesão, ou o textão, conforme o fetiche. Aproveitar aqueles quatro últimos anos de relativa liberdade para transcender as disciplinas e investir em ideias desformatadas para, no futuro, serem melhores profissionais e pessoas. Se o tesão não for o texto, que seja o de subir o morro para buscar… inspiração, e notícia. O de criar, agora. O de fazer projeto. Movimento. Conhecer a coleção de teclados vintage do Ed Motta e compor uma ode, ou um ódio, a ele. Se o tesão for pela verdade, tenha consciência de seu caráter espectral e pode persegui-la como uma tara pelos imaginários coletivos. Pois, “quanto maior a verdade, maior a verdade”, e não vai aí nenhuma tautologia (quem respondeu “estudo dos tatus ou das tatuagens” errou.). Só na soma de subjetividades se pode alcançar uma fugaz percepção do absoluto.

(Source: oglobo.globo.com)

May72012

Pelo bem geral da nação?

Há quanto tempo empresas midiáticas fazem alianças com grupos políticos corrompidos? Quantas vezes organizações religiosas pregaram ideias que ultrapassam o limite do aceitável? E as denúncias feitas pela imprensa: Será que elas surgem apenas quando algo é descoberto ou também quando há uma motivação não divulgada por trás? Não creio que a Record tenha feito esta reportagem sobre a ligação entre a revista Veja e o contraventor Carlinhos Cachoeira simplesmente para alertar a população. Da mesma forma que a resposta por parte da Veja contra Edir Macedo não tem motivação social. Se a preocupação com a informação do público fosse a prioridade de ambos os veículos, tanto a matéria da Veja quanto a reportagem da Record teriam sido produzidas há anos.

Várias órgãos da mídia já se relacionaram politicamente com personagens não tão queridos da história, são fatos evidentes. Porém, não cabe citar todos os casos aqui. A minha intenção é focar na proximidade da Veja com o Democratas e o PSDB e da Record com o PR e o PT. Não é de hoje que a revista publica matérias e reportagens favoráveis a políticos desses partidos. Quanto à emissora, o próprio Edir Macedo declarou apoio ao PT nas últimas eleições, e alguns de seus apóstolos da IURD são membros do PR. Não se trata de dizer quem é o heroi ou o vilão da estória, mas sim evidenciar a ligação política entre os partidos e as empresas, que é a causa mor de todo esse alvoroço na mídia.

A sujeira e as pérolas de Edir Macedo não são recentes, sua indústria religiosa tem décadas de existência. Bem como os escândalos da Veja, que já não causam surpresa em ninguém. Por que as trocas de farpas denunciosas só surgiram agora? Política! Cada uma das empresas retrata seus aliados como se fossem verdadeiros santos, sendo que em ambas as posições há corrupção. É inegável a existência dos casos de corrupção na base aliada há algum tempo e na oposição, mais recentemente. O espectador deve, antes de tudo, se proteger psicologicamente das possíveis influências vindas da mídia e sempre analisar todos os lados da situação, assim como um jornalista. Logo, sua opinião será mais concreta e menos propícia ao erro.

April292012

(Source: a13lan)

April232012

6 things you should know before dating a student journalist

icarusambition:

1. Know When to Approach. If there is a major event occurring that includes fires, natural disasters, sirens, fighting politicians, or riots, DO NOT approach us unless you have a relevant quote, good insight to the situation or a possible source. These are the moments we thrive on to help propel us ahead in our career. Take caution when approaching us in these situations.
2. Student Journalists Commit.
We are building our career the minute we decide to major in journalism. Because of this, all we have to do is overhear a good quote or a strong fact and we will commit to a full 5-source story. The same goes for other aspects of our lives. If we see something we like, we dedicate ourselves to it 100 percent, which makes us great in relationships.
3. We are Loyal
…loyal to our sources, loyal to our readers and loyal to the special people in our lives. We are taught to go to all lengths to protect our sources, be completely loyal and honest to our audience and as a result we apply this practice to our lives everyday. If you want to know something about us, just ask. We pride ourselves as being transparent and we know that the truth will eventually be found out, so we always tell the truth at the very start.
4. We are Great With People
. While other students are in the library with their nose in a textbook, memorizing formulas, or partying until they can’t remember their own names, we are out in crowds interviewing and mingling with everyone we meet. From the student body president and the guy selling water on the sidewalks to the mayor and state senators, we can carry on an intelligent and fun conversation with anyone in any crowd. This means we’ll get along great with your acquaintances, have fun with your friends, and impress your family.
5. We are Informed.
Think about it, the future of our career depends on us knowing the ins and outs of everything around us. This can back fire on you if your intentions are in the wrong place though… don’t expect to stand us up and sneak away with the sorority or fraternity hottie and go to a party. We already know about the party and everyone who’s going… we have sources everywhere, and things you do will get back to us. This is a great quality for our social lives though. We will know of every party, every sporting event, every occasion happening in the college scene, and if we don’t know it right now… give us 20 minutes and we will be able to tell you who the host is, what they will be wearing, what time they will run out of drinks and the name of their dog. It’s what we do.
6. You Will be Quoted.
What separates a good story from a great story is the perfect quote. Since you are a part of our lives and we spend so much time with you, chances are at one point or another you will say something that catches our attention more than normal, and we will quote you in an article or homework assignment. Don’t be upset or embarrassed, be flattered. We are taught to only use the strongest and best quotes, so if you are in our story, we obviously held what you said to high regard (that or we waited until deadline to write, we are still typical college students).

(Source: stuffjournalistslike.com)

12PM
memoriaviva:

Há 60 anos, MANCHETE chegava às bancas. Na capa, a bailarina Inês Litowski, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

memoriaviva:

Há 60 anos, MANCHETE chegava às bancas. Na capa, a bailarina Inês Litowski, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

April122012
April72012
1PM
“O jornalista é um historiador do tempo presente.” Caco Barcellos
12PM

Feliz Dia do Jornalista!

roteiroindefinido:

                

Dia 07 de Abril é o dia de lembrar daqueles que passam a vida tentando buscar a verdade, e passá-la para as outras pessoas. Um bom jornalista é aquele que deixa de lado preconceitos para ir atrás de algo a mais. Ele pode até gostar de MPB, mas vai numa boa a um baile Funk se for preciso, e mais: Ele consegue tirar coisas boas de algo que antes ele nunca tinha pensando a respeito. Ser um bom jornalista é não ter fim de semanas ou feriados, porque mesmo que ele esteja de folga, se ver algo impactante ele vai fazer uma foto e correr pro Facebook ou pro Twitter pra compartilhar. Um bom jornalista é aquele que sabe que não é melhor que ninguém. É aquele profissional que tem a humildade de saber que todo dia é dia de aprender mais e mais.

Parabéns a todos os jornalistas e estudantes de jornalismo! Vocês merecem o respeito de todos. Continuem comprometidos com a verdade, e continuem compartilhando com a sociedade o que merece a nossa atenção (ok, e às vezes o que não merece também, afinal nem tudo são flores). 

12AM
futurejournalismproject:

Employment in journalism has plummeted to levels by seen since the halcyon days of the early 1990s. Compiled from data gathered by the American Society of News Editors, the chart above shows newsroom staff in 2011 dropped to levels not seen in the U.S. since 1978.

Newspapers now employ 40,600 editors and reporters vs. a peak of 56,900 in the pre-Internet year of 1990, according to the census released today. Thus, newsroom headcount has fallen by 28.6% from its modern-day high.

Granted, there’s nothing particularly newsworthy about the decline of newspaper staff. And there is one bright spot. The ASNE data collection project began to track the number of journalist of color who were working at papers across the U.S. In 1979 just 3.6 percent of reporters were people of color compared to 12.3 percent in 2011. While this figure lags well behind the overall racial diversity of the American populace, it’s an indication that more than technology has changed in newsrooms.
Also not included in he data are journalism jobs at online-only shops like Gawker or Aol’s cornucopia of Internet media properties such as Huffpo and Patch. While not enough to offset industry-wide decline, there are thousands of modern journalists working full time whose last chance to see their name in print was likely time spent working for the college rag.
H/T PBS MediaShift

futurejournalismproject:

Employment in journalism has plummeted to levels by seen since the halcyon days of the early 1990s. Compiled from data gathered by the American Society of News Editors, the chart above shows newsroom staff in 2011 dropped to levels not seen in the U.S. since 1978.

Newspapers now employ 40,600 editors and reporters vs. a peak of 56,900 in the pre-Internet year of 1990, according to the census released today. Thus, newsroom headcount has fallen by 28.6% from its modern-day high.

Granted, there’s nothing particularly newsworthy about the decline of newspaper staff. And there is one bright spot. The ASNE data collection project began to track the number of journalist of color who were working at papers across the U.S. In 1979 just 3.6 percent of reporters were people of color compared to 12.3 percent in 2011. While this figure lags well behind the overall racial diversity of the American populace, it’s an indication that more than technology has changed in newsrooms.

Also not included in he data are journalism jobs at online-only shops like Gawker or Aol’s cornucopia of Internet media properties such as Huffpo and Patch. While not enough to offset industry-wide decline, there are thousands of modern journalists working full time whose last chance to see their name in print was likely time spent working for the college rag.

H/T PBS MediaShift

April62012

Sinto até pena de usá-la.

12PM

globalwarmist:

The Committee to Project Journalists released its annual rankings. As of December 2011, 179 journalists were imprisoned; Iran leads with 42.

The table in the third photo displays journalists imprisoned by states per capita.

Read the accompanying report

April52012

Tudo que eu aprendi é mentira

NÃO EXISTE CERTO E ERRADO! Pelo menos em uma língua. Nas primeiras aulas de Língua Portuguesa I aprendi que um uso da língua só é errado quando não permite comunicação. Um “nós é” ou “a gente vamos”, por exemplo, PODE SER CERTO, desde que dito/escrito no meio adequado.

Na sala de aula veio à tona a discussão sobre aquele livro didático que tinha textos com erros gramaticais lançado há alguns meses. Uns dizem que a escola deve respeitar as diferenças linguísticas do país, eu discordo. Uma criança já aprende sua norma local e social desde que nasce e não poderá usá-la em situações formais. Por mais que a norma padrão seja idealizada, ela deve ser ensinada, porque a escola é o único ambiente onde uma criança vai ter contato com ela.

A HISTÓRIA PODE TER ACABADO! É o que dizem os filósofos pós-modernistas. Não posso comentar sobre essa ideia porque ela só foi tratada detalhadamente nas primeiras aulas de Comunicação e Filosofia e o fluxograma nos manda primeiro à era pré-socrática. Parmênides disse que o ser é uno (concordo), eterno (concordo), não-gerado (não concordo, mas isso nós discutimos num outro dia) e imutável (não concordo). Heráclito disse que tudo flui, e é verdade. Se tudo flui, nada pode ser imutável, só o que não é, mas o que não é não é pensável e nem dizível! Li o diálogo de Platão “Górgias” e fiz um resumo comentado sobre. Sócrates, Platão e Aristóteles disseram mais um monte de coisas, mas que não posso postar aqui porque não caberia no post.

PARADIGMA é o que mais amedronta meus colegas de classe, e até ganhou um significado interno. O professor de Teoria da Comunicação I nos mandou ler um texto sobre paradigmas, modelos e teorias e fazer um resumo dele. Nas aulas seguintes, ele fez perguntas sobre o tema para 98% da sala. O próprio admitiu que esse assunto é chato, mas ressaltou que devemos aprender assim mesmo. Num outro texto, mais curto e simples, o termo paradigma ficou mais claro. É apenas uma visão do mundo, da realidade. Paradigmas quebram outros paradigmas e provocam uma revolução científica, a partir deles são criadas teorias. Isso e “A Record é um crime contra a humanidade” foi o que eu aprendi nessa matéria.

Dever de casa? Preencher um formulário de auto-conhecimento, assistir a clipes do The Who e filmes, como “A Rede Social”. A aula? Noções de marketing, posicionamento e linguagem corporal. Essas são algumas das razões pelas quais Comunicação e Realidade Brasileira é a matéria preferida da maior parte dos meus colegas.

O primeiro trabalho de Linguagem Gráfica é uma revista da segunda metade da década de 50. Meu grupo teve a ideia de produzir uma sobre entretenimento jovem, bem americanizada, direcionada às classes A e B do Rio de Janeiro e de direita. A Vitrola vai demandar bastante esforço, principalmente pra mim, que sou revisor, por causa dos detalhes linguísticos da época. Nada que umas consultas às revistas O Cruzeiro, Manchete e Revista do Rádio não resolvam.

O que Martinho Lutero fez foi muito além de pregar umas teses na porta de uma igreja. Ele, na verdade, publicou vários panfletos e iniciou o surgimento de uma esfera pública! Esse senso crítico foi o primeiro tema de História da Comunicação. Quando os livros não eram suficientes para transmitir tanta informação, os panfletos surgiram. Quando estes se defasaram, o jornal apareceu. Exatamente o que acontece hoje com a Internet.

Machado de Assis entrou para a minha lista de inspirações. Um mulato, pobre, que começou no jornalismo, consagrou-se e terminou como um mestre da literatura. Outro que ganhou a minha admiração foi João do Rio. Cheguei até a me identificar um pouco com ele por causa da sua dualidade povo x elite. Ora, eu pego um ônibus cheio de idosos, um trem com o “povão” e outro ônibus que vai para a Zona Sul carioca com outro público completamente diferente.

Eu troquei de olhos! Artísticos! Nunca pensei que olharia para um banco de praça e pensaria tantas coisas! Aliás, esse blog foi feito por mim e uma colega para a turma postar os trabalhos de Comunicação e Artes. Meus olhos estão mais críticos e detalhistas, apesar da miopia. Na semana passada conheci o Federico Fellini, um cineasta italiano. Ontem assisti a um filme dele, “Amacord”, uma comédia dramática que me conquistou completamente! Recomendo que também assistam e vão à exposição Tutto Fellini, no Instituto Moreira Salles, na Gávea.

Essa é apenas uma fração minúscula de tudo que aconteceu e que eu aprendi nesse primeiro mês da faculdade de Comunicação Social. Não postei nada antes por falta de tempo, afinal são 7 disciplinas e 5 horas e meia de viagem por dia. Até a próxima!

March252012
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